{"id":824,"date":"2017-09-27T14:40:12","date_gmt":"2017-09-27T17:40:12","guid":{"rendered":"http:\/\/labcritica.com.br\/?p=824"},"modified":"2017-09-27T14:40:12","modified_gmt":"2017-09-27T17:40:12","slug":"ivani-santana-gp-poeticas-tecnologicas-audiovisual-permanecidades-e-reentrancias-outubro-e-novembro-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/ivani-santana-gp-poeticas-tecnologicas-audiovisual-permanecidades-e-reentrancias-outubro-e-novembro-2017\/","title":{"rendered":"Ivani Santana | GP Po\u00e9ticas Tecnol\u00f3gicas | Permanecidades e Reentr\u00e2ncias | Setembro a Novembro 2017"},"content":{"rendered":"<p>Resid\u00eancia art\u00edstica e te\u00f3rica de Ivani Santana no Laborat\u00f3rio de Cr\u00edtica para participa\u00e7\u00e3o na programa\u00e7\u00e3o do semin\u00e1rio internacional\u00a0<em>Trans-In-Corporados: construindo redes para internacionaliza\u00e7\u00e3o da pesquisa em dan\u00e7a, <\/em>dias 10 e 11 de novembro, no Museu de Arte do Rio. Santana apresenta dois trabalhos no evento: a palestra de abertura <em>FI(N)CA NO CORPO. \u201cPERMANECIDADE&#8221;. REFLETIR SOBRE MEM\u00d3RIAS E RESIST\u00caNCIAS;\u00a0<\/em>e a obra de site specific\/ ocupa\u00e7\u00e3o urbana\u00a0<em>REENTR\u00c2NCIAS,\u00a0<\/em>realizada com seu <a href=\"http:\/\/poeticastecnologicas.com.br\/site\/\">Grupo de Pesquisa Po\u00e9ticas Tecnol\u00f3gicas: Corpoaudiovisual.<\/a><\/p>\n<p>Para realiza\u00e7\u00e3o da obra no Rio de Janeiro, o GP Po\u00e9ticas Tecnol\u00f3gicas esteve trabalhando remotamente (via internet) com o <a href=\"http:\/\/labcritica.com.br\/nucleo-de-pesquisa-estudos-e-encontros-em-danca\/\">N\u00facleo de Pesquisa, Estudos e Encontros de Dan\u00e7a<\/a>, projeto coordenado pela Profa. Lidia Larangeira (LabCr\u00edtica), durante os meses de setembro e outubro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"btx-item btx-button btx-button--border btx-button-hover--brand btx-button-size--small btx-button-color--brand btx-center-position\"><a href=\"\/\" class=\"btnx\" target=\"_self\" style=\"border-radius:4px; border-width:2px;\">Acesse Trans-In-Corporados<i class=\"twf twf-in-arrow-right btx-icon--after\"><\/i><\/a><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>FI(N)CA NO CORPO. \u201cPERMANECIDADE&#8221;. REFLETIR SOBRE MEM\u00d3RIAS E RESISTENCIAS | <em>&#8220;PENETRATE-CITYNESS.&#8221; IT PENETRATES AND REMAINS IN THE BODY.<\/em> <em>REFLECTING ON MEMORIES AND RESISTANCES.<\/em><\/strong><\/h3>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Dra. Ivani Santana<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Vice-coordenadora do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Artes C\u00eanicas | Professora do Instituto de Humanidades, Artes e Ci\u00eancias Prof. Milton Santos |\u00a0Grupo de Pesquisa Po\u00e9ticas Tecnol\u00f3gicas |\u00a0Universidade Federal da Bahia |\u00a0Brasil<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p>O corpo \u00e9, em si mesmo, um arquivo vivo que nos permite encontrar mem\u00f3rias, marcas de resist\u00eancia de um organismo corporificado (<em>embodied<\/em>), engajado (<em>embeddedness<\/em>) e estendido em sua cogni\u00e7\u00e3o (<em>extended mind<\/em>), a qual \u00e9 fruto de um processo em que o corpo \u00e9 indissoci\u00e1vel de sua mente e a percep\u00e7\u00e3o est\u00e1 atrelada a sua pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o (<em>enaction<\/em>). Somos organismos din\u00e2micos constantemente redescobrindo nosso mundo e a n\u00f3s mesmos. Meus estudos, an\u00e1lises e reflex\u00f5es da dan\u00e7a s\u00e3o abrigados e alicer\u00e7ados por esta compreens\u00e3o: a de um corpo situado (pelo vi\u00e9s da<em> Situated Cognition<\/em>). Por isso fica e finca no corpo as informa\u00e7\u00f5es com as quais lida em seu ambiente. A discuss\u00e3o estar\u00e1 delimitada no campo que defino como \u201cdan\u00e7a expandida\u201d, a qual se utiliza da media\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica para ampliar suas possibilidades corporais, art\u00edsticas, est\u00e9tica e, como ser\u00e1 argumentado, tamb\u00e9m conceituais. Interessa discutir a cultura digital, o mundo contempor\u00e2neo, a sociedade da informa\u00e7\u00e3o, faces de um contexto pelo qual emergiu a dan\u00e7a expandida. Mem\u00f3ria, resist\u00eancia e perman\u00eancia ser\u00e3o abordadas tanto pela an\u00e1lise do corpo do artista, como do corpo da cidade. Tais contextos s\u00e3o entrela\u00e7ados e contaminam-se mutuamente num fluxo ininterrupto. Nesse sentido, a proposta \u00e9 compreender que essa dan\u00e7a expandida \u00e9 tanto reflexo dessa cultura digital, como tamb\u00e9m uma \u201cestranha ferramenta\u201d (conforme afirma o fil\u00f3sofo Alva No\u00eb sobre o potencial das Artes) que pode estimular uma outra forma de perceber, agir e compreender o mundo que nos rodeia. Duas obras ser\u00e3o apresentadas para discutir essa rela\u00e7\u00e3o do organismo-corpo com o organismo-cidade: o projeto <a href=\"http:\/\/www.gretasdotempo.com.br\">Gretas do Tempo<\/a>, realizado em 2014 com o Bal\u00e9 Teatro Casto Alves, e <em>Reentr\u00e2ncias<\/em> (2017). <em>Permanecidade<\/em> \u00e9 um neologismo para argumentar sobre o direito de viver nossa urbis, ocup\u00e1-la sem limites, resistir aos problemas de viol\u00eancia, inseguran\u00e7a e caos contempor\u00e2neo. Esses posicionamentos est\u00e3o na base da concep\u00e7\u00e3o das obras art\u00edsticas em quest\u00e3o, as quais, atrav\u00e9s da dan\u00e7a expandida prop\u00f5em uma ocupa\u00e7\u00e3o urbana e n\u00e3o uma interven\u00e7\u00e3o cujo sin\u00f4nimo poderia ser interfer\u00eancia, interposi\u00e7\u00e3o ou intromiss\u00e3o. Permanecidade \u00e9 uma possibilidade de reencontrar a urbis e n\u00e3o de interferi-la. Por fim, o potencial das novas tecnologias como dispositivos positivos e agregadores ser\u00e1 pontuado para tratar dos termos principais dessa reflex\u00e3o, a saber: corpo, mem\u00f3ria, resist\u00eancia, perman\u00eancia e cidade.<\/p>\n<p><strong>Palavras-chave:<\/strong> mem\u00f3ria, media\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, corpo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Abstract<\/strong><\/p>\n<p>The body is, itself, a living archive that allows us to find memories, marks of resistance of an organism which is embodied, embeddedness and has an extended mind. This organism is a result of a process in which the body is inseparable from its mind and the perception is linked to its own action (enaction). We are dynamic organisms constantly rediscovering our world and ourselves. My studies, analyzes and reflections of the dance are sheltered and grounded by this understanding: that of a situated body (by the bias of the Situated Cognition). We are dynamic organisms constantly rediscovering our world and ourselves. My studies, analyzes and reflections of the dance are sheltered and grounded by this understanding: that of a situated body (by the bias of the Situated Cognition). That&#8217;s why the information with which you deal in your environment penetrates and remains in the body. The discussion will be delimited in the field I define as &#8220;expanded dance&#8221;, which uses technological mediation to expand its corporal, artistic, aesthetic and, as will be argued, conceptual possibilities. It is interesting to discuss the digital culture, the contemporary world, the information society, which are the faces of a context through which emerged the expanded dance. Memory, endurance and permanence will be approached as much by the analysis of the body of the artist as of the body of the city. Such contexts are intertwined and contaminate each other in an uninterrupted flow. In this sense, the proposal is to understand that this expanded dance is a reflection of this digital culture as well as a &#8220;strange tool&#8221; (as the philosopher Alva No\u00eb says about the potential of the Arts) that can stimulate another way of perceiving, acting and understanding the world around us. Two works will be presented to discuss this body-organism relationship with the city-organism: the <a href=\"http:\/\/www.gretasdotempo.com.br\">Gretas do Tempo <\/a>(Gaps of Time) project, held in 2014 with the Ballet Teatro Castro Alves, and Reentr\u00e2ncias (2017). &#8220;Penetrate-cityness&#8221; is a neologism to argue about the right to live our town, to occupy it without limits, to resist the problems of violence, insecurity and contemporary chaos. These positions are at the basis of the conception of the artistic works in question, which through expanded dance propose an urban occupation and not an intervention whose synonym could be interference, interposition or intrusion. &#8220;Penetrate-cityness&#8221; is a possibility of rediscovering the city and not interfering with it. Finally, the potential of new technologies as positive devices and aggregators will be punctuated to deal with the main terms of this reflection, namely: body, memory, resistance, permanence and city.<\/p>\n<p><strong>Keywords<\/strong>: memory, technological mediation, body.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><strong>REENTR\u00c2NCIAS<\/strong><\/h3>\n<div class=\"btx-item btx-image btx-center-position\"><div class=\"btx-image-container\"><div class=\"btx-media-wrapper\" style=\"max-width:100%;\"><div class=\"btx-media-wrapper-inner\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/capa-livro-lab01-706x1024.png\" alt=\"\"  width=\"706\" height=\"1024\" srcset=\"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/capa-livro-lab01-706x1024.png 706w, https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/capa-livro-lab01.png 764w, https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/capa-livro-lab01-512x743.png 512w, https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/capa-livro-lab01-207x300.png 207w\" sizes=\"auto, (max-width:706px) 100vw, 706px\" \/><\/div><\/div><\/div><div class=\"btx-image-caption\">Reentr\u00e2ncias, GP Po\u00e9ticas Tecnol\u00f3gicas: Corpoaudiovisual \u00a9 Foto divulga\u00e7\u00e3o<\/div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">GP Po\u00e9ticas Tecnol\u00f3gicas: Corpoaudiovisual<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Salvador, Brasil<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Reentr\u00e2ncias<\/em> prop\u00f5e ao p\u00fablico caminhar pela cidade e re-signific\u00e1-la atrav\u00e9s das imagens de videodan\u00e7a e sonoridades disponibilizadas em cada ponto indicado pelo percurso. A inspira\u00e7\u00e3o para esse projeto surgiu ao observar as pessoas que transitam pelas ruas convivendo com toda a materialidade que as cercam, ao mesmo tempo que mergulham no mundo virtual das redes sociais e aplicativos. Tendo em mente o processo de <em>mise en abyme<\/em>, conceito cunhado pelo franc\u00eas Andre Gide (Nobel de Literatura) para designar uma narrativa em abismo, como na ideia do filme dentro do filme, o sonho dentro do sonho, ou a imagem da imagem da sala de espelho, <em>Reentr\u00e2ncias<\/em> ocorre dentre de uma outra obra, o <em>Trilhas<\/em> <em>Po\u00e9ticas<\/em>; ela aborda a cidade colocando o p\u00fablico para transitar por suas ruas, pra\u00e7as e paisagens; ela brinca com as imagens criando uma rela\u00e7\u00e3o entre o contexto real e o imagin\u00e1rio, e assim por diante. Para a cria\u00e7\u00e3o das videodan\u00e7as, partimos da provoca\u00e7\u00e3o de tr\u00eas frases de a\u00e7\u00e3o: tirar(am) meus p\u00e9s, tirar(am) meu cora\u00e7\u00e3o, tirar(am) minha respira\u00e7\u00e3o. Condi\u00e7\u00f5es percebidas no nosso cotidiano em que o direito de ir e vir est\u00e1 abalado, em que as afei\u00e7\u00f5es est\u00e3o corrompidas e que nossa sobreviv\u00eancia est\u00e1 amea\u00e7ada pelo pr\u00f3prio comportamento do humano.<\/p>\n<p><em>Reentr\u00e2ncias<\/em> \u00e9 uma dan\u00e7a que depende do movimento do p\u00fablico para poder acontecer. Para trilhar, basta fazer o download do aplicativo <em>Trilhas<\/em> <em>Po\u00e9ticas<\/em> gratuitamente no google play.<\/p>\n<p>A realiza\u00e7\u00e3o de <em>Reentr\u00e2ncias<\/em> no Rio de Janeiro conta com a colabora\u00e7\u00e3o local do <em>N\u00facleo de Pesquisa, Estudos e Encontros em Dan\u00e7a da UFRJ<\/em>.<\/p>\n<p>Concep\u00e7\u00e3o e Dire\u00e7\u00e3o Geral: Ivani Santana \\\\\\ Dan\u00e7arinos: Danilo Lima, Priscila Ginna J\u00f6rge, Victoria Dourado \\\\\\ Performer: Lucas Lago \\\\\\ Imagens: Giovani Rufino, Lais Moura, Maria Carolina \\\\\\ Edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo: Aluska Sampaio e Marcelo Delfino \\\\\\ Edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo e finaliza\u00e7\u00e3o: Maria Carolina \\\\\\ Capta\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o de \u00e1udio: Danilo Silva \\\\\\ Design: Giovani Rufino \\\\\\ Gest\u00e3o: Cardim Projetos e Solu\u00e7\u00f5es integradas \\\\\\ Produ\u00e7\u00e3o: Grupo de Pesquisa Po\u00e9ticas Tecnol\u00f3gicas: corpoaudiovisual \\\\\\ Colabora\u00e7\u00e3o local \u2013 Rio de Janeiro: N\u00facleo de Pesquisa, Estudos e Encontros em Dan\u00e7a da UFRJ \\\\\\ Apoio: Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Artes C\u00eanicas \u2013 UFBA, Instituto de Humanidades, Artes e Ci\u00eancias Prof. Milton Santos \u2013 UFBA \\\\\\ Agradecimentos: Kiko Barretto, Setor de Transportes\/UFBA, Mercado do Hulk Itacimirim, Lulu Pugliese, Carlos Eduardo Oliveira, L\u00facia Matos, Fernanda M.C. Ferraz, Am\u00e9liaV. S. Conrado, Ramon Coutinho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Sobre a artista pesquisadora<\/h3>\n<p><div class=\"btx-item btx-image btx-left-position\"><div class=\"btx-image-container\"><div class=\"btx-media-wrapper\" style=\"max-width:100%;\"><div class=\"btx-media-wrapper-inner\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-content\/themes\/bateaux\/dist\/images\/bateaux-placeholder-square.png\" alt=\"\"  width=\"600\" height=\"600\" \/><\/div><\/div><\/div><div class=\"btx-image-caption\">Ivani Santana| Brasil <\/div><\/div> <strong>Ivani Santana<\/strong> \u00e9 Mestre (2000) e Doutora (2003) em Comunica\u00e7\u00e3o e Semi\u00f3tica pela PUC-SP. P\u00f3s Doutorado pelo Sonic Arts Research Center, Reino Unido. Vice-coordenadora do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Artes C\u00eanicas e professora do Instituto de Humanidades Artes e Ci\u00eancias Prof. Milton Santos (UFBA). \u00c9 l\u00edder do Grupo de Pesquisa Po\u00e9ticas Tecnol\u00f3gicas: Corpoaudiovisual. Desde a d\u00e9cada de 90 pesquisa a rela\u00e7\u00e3o da dan\u00e7a com as novas tecnologias. Autora dos livros: <em>Corpo Aberto: Cunningham, Dan\u00e7a e Novas Tecnologias<\/em> (2002) e <em>Dan\u00e7a Na Cultura Digital<\/em> (2006). N\u00edvel 1D em Produtividade em Pesquisa (CNPq).\u00a0<a href=\"http:\/\/ivanisantana.net\">Mais info:<\/a> ivanisantana.net.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resid\u00eancia art\u00edstica e te\u00f3rica de Ivani Santana no Laborat\u00f3rio de Cr\u00edtica para participa\u00e7\u00e3o na programa\u00e7\u00e3o do semin\u00e1rio internacional\u00a0Trans-In-Corporados: construindo redes para internacionaliza\u00e7\u00e3o da pesquisa em dan\u00e7a, dias 10 e 11 de novembro, no Museu de Arte do Rio. Santana apresenta dois trabalhos no evento: a palestra de abertura FI(N)CA NO CORPO. \u201cPERMANECIDADE&#8221;. REFLETIR SOBRE MEM\u00d3RIAS [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":840,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18],"tags":[],"class_list":["post-824","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-residencias-partilhadas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/824","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=824"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/824\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/media\/840"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=824"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=824"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/labcritica.com.br\/english\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=824"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}